É só mais um dia...
Só mais uma semana...
Só mais um mês...
Só mais 6 meses...
Só mais um ano...
Só sei que há custa disto, há 3 anos que não tenho "férias"...
Sim! Férias! Porque a semana que tirei o ano passado, foi utilizada a mudar de casa, pelo que não podemos propriamente chamá-la de férias... As 3 semanas que estive em casa há dois anos, estava desempregada. Quem já esteve nessa situação, sabe que também não podemos considerar esse tempo como férias...
Resumindo e concluindo: estou cansada...
Preciso de "férias"...
quarta-feira, janeiro 31, 2007
terça-feira, janeiro 30, 2007
Tou que nem posso...
Eu até compreendo que seja muito chato trabalhar sem música...
Eu até compreendo que o rádio ligado seja uma companhia...
Eu até compreendo que trabalhar 8 horas diárias a ouvir somente impressoras e telefones, sem qualquer barulho de fundo, seja desagradável para alguns...
... mas daí a estar 8 horas por dia a ouvir a "Rádio Capital - damos música ao trânsito"...
SOCORRO!!!
Acabei de ouvir Adelaide Ferreira ("Eu dava tudo p'ra te ter aqui"), acompanhado em coro pelos "mmmm, mmm, mm" das coleguinhas....
Um dia, eu piro... de vez!!!
Eu até compreendo que o rádio ligado seja uma companhia...
Eu até compreendo que trabalhar 8 horas diárias a ouvir somente impressoras e telefones, sem qualquer barulho de fundo, seja desagradável para alguns...
... mas daí a estar 8 horas por dia a ouvir a "Rádio Capital - damos música ao trânsito"...
SOCORRO!!!
Acabei de ouvir Adelaide Ferreira ("Eu dava tudo p'ra te ter aqui"), acompanhado em coro pelos "mmmm, mmm, mm" das coleguinhas....
Um dia, eu piro... de vez!!!
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Obrigada "Guta"
Ultimamente tenho necessitado de ir buscar inspiração para conseguir desempenhar as minhas tarefas laborais. Quer dizer, desempenhá-las sem me passar ou mandar alguém para “parte incerta não muito agradável”…Sim porque isto de ter um chefe que verifica com a máquina de calcular todas as fórmulas de Excel não é para qualquer um e a minha paciência anda a esgotar-se a olhos vistos.
Venho por isto fazer um agradecimento. Venho agradecer o que aprendi com alguém que me demonstrou por A+B que com calma, persistência e sangue frio só não conseguimos fazer aquilo que está fora do nosso alcance. Agradecer por me mostrar que a frieza na nossa argumentação não demonstra indiferença, mas sim segurança. Que qualquer coisa pode ser dita de um modo mais educado. Que só nós é que perdemos quando nos tiram do sério ao ponto de começar a espernear de raiva!
Obrigada Augusta!
Venho por isto fazer um agradecimento. Venho agradecer o que aprendi com alguém que me demonstrou por A+B que com calma, persistência e sangue frio só não conseguimos fazer aquilo que está fora do nosso alcance. Agradecer por me mostrar que a frieza na nossa argumentação não demonstra indiferença, mas sim segurança. Que qualquer coisa pode ser dita de um modo mais educado. Que só nós é que perdemos quando nos tiram do sério ao ponto de começar a espernear de raiva!
Obrigada Augusta!
domingo, janeiro 21, 2007
Sunday Morning
É sempre ao Domingo de manhã (quando não estou a dormir, pois claro) que me dá mais vontade de escrever aqui no bloguezito…
A verdade é que ainda não sei, nem decidi, o que é este blog.
Não é um diário, pois não sou persistente o suficiente para escrever nele todos os dias (nem todas as semanas, quanto mais…)
Não é um registo de eventos, pois quem lê este blog (3 pessoas, no máximo, comigo incluída) não consegue ficar sequer com uma ideia daquilo que se passa comigo.
Eu gosto de chamar-lhe o meu “crapbook”. Não é, definitivamente um “scrapbook” (vulgo, livro de recortes), embora à primeira vista pareça um pouco retalhado. Mas até um scrapbook obedece a certos critérios (nomeadamente o tema). Isso não acontece aqui.
Para mim é muito fácil manter um blog sem pressupostos. Ao menos assim ninguém sabe bem o que os espera de cada vez que aqui vem espreitar…
Pelo menos sempre vou postando aquilo que me apetece!
Miau
A verdade é que ainda não sei, nem decidi, o que é este blog.
Não é um diário, pois não sou persistente o suficiente para escrever nele todos os dias (nem todas as semanas, quanto mais…)
Não é um registo de eventos, pois quem lê este blog (3 pessoas, no máximo, comigo incluída) não consegue ficar sequer com uma ideia daquilo que se passa comigo.
Eu gosto de chamar-lhe o meu “crapbook”. Não é, definitivamente um “scrapbook” (vulgo, livro de recortes), embora à primeira vista pareça um pouco retalhado. Mas até um scrapbook obedece a certos critérios (nomeadamente o tema). Isso não acontece aqui.
Para mim é muito fácil manter um blog sem pressupostos. Ao menos assim ninguém sabe bem o que os espera de cada vez que aqui vem espreitar…
Pelo menos sempre vou postando aquilo que me apetece!
Miau
domingo, janeiro 07, 2007
sexta-feira, janeiro 05, 2007
Cuts You Up
Cuts You Up
I find you in the morning... after dreams of distant signs
You pour yourself over me like the sun through the blinds
You lift me up and get me out
Keep me walking but never shout
"Hold the secret close", I hear you say
You know the way it twists and turns
Changing colour, spinning yarns
You know the way it leaves you dry
It cuts you up, it takes you high
You know the way it's painted gold
Is it honey? Is it gold?
You know the way it throws about.
It takes you in and spits you out
Yeah on and on it goes, calling like a distant wind
Through the zero hour we'll walk... cut the thick and break the thin
No sound to break, no moment clear
when all the doubts are crystal clear
Crashing hard into the secret wind
You know the way it throws about.
It takes you in and spits you out
It spits you out when you desire
to conquer it, to feel you're higher
To follow it you must be clean,
with mistakes that you do mean
Move the heart, switch the pace
Look for what seems out of place
And now I find the special kind
You, yourself, like sun through blinds
You lift me up and get me out
Keep me walking but never shout
It's okay... it goes this way
The line is thin, it twists away
Cuts you up, It throws about
Keep me walking, but never shout.
Cuts You Up
I find you in the morning... after dreams of distant signs
You pour yourself over me like the sun through the blinds
You lift me up and get me out
Keep me walking but never shout
"Hold the secret close", I hear you say
You know the way it twists and turns
Changing colour, spinning yarns
You know the way it leaves you dry
It cuts you up, it takes you high
You know the way it's painted gold
Is it honey? Is it gold?
You know the way it throws about.
It takes you in and spits you out
Yeah on and on it goes, calling like a distant wind
Through the zero hour we'll walk... cut the thick and break the thin
No sound to break, no moment clear
when all the doubts are crystal clear
Crashing hard into the secret wind
You know the way it throws about.
It takes you in and spits you out
It spits you out when you desire
to conquer it, to feel you're higher
To follow it you must be clean,
with mistakes that you do mean
Move the heart, switch the pace
Look for what seems out of place
And now I find the special kind
You, yourself, like sun through blinds
You lift me up and get me out
Keep me walking but never shout
It's okay... it goes this way
The line is thin, it twists away
Cuts you up, It throws about
Keep me walking, but never shout.
quinta-feira, janeiro 04, 2007
| You Are Pop Art |
![]() When it comes to art, you're definitely not a snob. You can appreciate the mainstream aspects of culture, even if you need to twist them a bit to make them your own. Whether you're into comics, retro pinups, or bold colors, you embrace what's eye catching and simple. As far as most other art goes, you consider it a little too elitist and high brow for your tastes! |
2006 - Retrospectiva e Balanço
Pois, de todas as coisas que posso dizer, não posso dizer que 2006 tenha sido um ano mau. Senão vejamos:
Mudei de uma casa alugada por uma comprada (habito-a em regime de leasing, mas sempre é melhor).
Mudei de emprego (para melhor).
Saúde, nada de especial a assinalar.
Dinheiro podia ser melhor, mas já estive bem pior, pelo que o balanço “deve e haver” é claramente positivo.
A “família” cresceu (considero os meus amigos como família), e há perspectivas de ainda maior aumento em 2007.
No entanto, e porque nem tudo é um mar de rosas, 2006 também teve os seus pontos menos bons:
À medida que crescemos, há cada vez mais pessoas que nos “abandonam” ao longo do nosso percurso de vida. O que me custa mais é chegar ao Natal, olhar em volta e perceber que há lugares à mesa que não serão ocupados outra vez.
Apesar de ter mudado para melhor emprego, continuo sempre a pensar onde poderia estar melhor (quer financeiramente, quer, ainda mais importante, pessoalmente). Serei uma eterna insatisfeita??
O emprego do “cara-metade” está tremido e teme-se que entre em estado de ruptura ainda na primeira semana de 2007…
Sinto falta dos “momentos Zen” de eterna loucura na DC, mas também sei que desde que saí de lá as coisas mudaram (se para melhor, se para pior, deixo que alguém de direito comente).
2007… 2007… que será que me reservas, 2007??
Mudei de uma casa alugada por uma comprada (habito-a em regime de leasing, mas sempre é melhor).
Mudei de emprego (para melhor).
Saúde, nada de especial a assinalar.
Dinheiro podia ser melhor, mas já estive bem pior, pelo que o balanço “deve e haver” é claramente positivo.
A “família” cresceu (considero os meus amigos como família), e há perspectivas de ainda maior aumento em 2007.
No entanto, e porque nem tudo é um mar de rosas, 2006 também teve os seus pontos menos bons:
À medida que crescemos, há cada vez mais pessoas que nos “abandonam” ao longo do nosso percurso de vida. O que me custa mais é chegar ao Natal, olhar em volta e perceber que há lugares à mesa que não serão ocupados outra vez.
Apesar de ter mudado para melhor emprego, continuo sempre a pensar onde poderia estar melhor (quer financeiramente, quer, ainda mais importante, pessoalmente). Serei uma eterna insatisfeita??
O emprego do “cara-metade” está tremido e teme-se que entre em estado de ruptura ainda na primeira semana de 2007…
Sinto falta dos “momentos Zen” de eterna loucura na DC, mas também sei que desde que saí de lá as coisas mudaram (se para melhor, se para pior, deixo que alguém de direito comente).
2007… 2007… que será que me reservas, 2007??
terça-feira, janeiro 02, 2007
Ora, se eu já tinha pouca vontade de lá ir... Agora É QUE NÃO VOU MESMO!!!
Governo norte-americano com acesso a email e dados bancários de passageiros europeus e mail e dados bancários de passageiros europeus
Os europeus que adquiram passagens aéreas para os Estados Unidos através da Internet, ou de outro modo que envolva um cartão de crédito, poderão ver as suas transacções e mensagens de correio electrónico inspeccionadas pelas autoridades norte-americanas, publicou um jornal britânico. O anúncio vem no seguimento de um acordo estabelecido entre a União Europeia os Estados Unidos, em Outubro do ano passado, que prevê que as companhias aéreas europeias forneçam os itinerários e detalhes de pagamentos dos passageiros às autoridades norte-americanas. O Daily Telegraph escreve que as informações recolhidas serão utilizadas como instrumento não só contra o terrorismo como também contra outro tipo de crimes. A mesma fonte cita um porta-voz do Departamento de Transportes britânico que afirma que "todas as companhias aéreas serão obrigadas a actuar de acordo com as normas, caso queiram continuar a operar", para os Estados Unidos. Como parte dos requisitos impostos, está previsto que os passageiros tenham total conhecimento e esclarecimento daquilo que lhes é pedido. A notícia já causou impacto junto dos grupos de defesa dos direitos humanos que classificam a norma como "horrenda" na medida em que "tornam o acto de comprar uma passagem aérea numa porta para a partilha de informações pessoais". Esta é mais uma norma de prevenção, apoiada no combate ao terrorismo, criada depois do 11 de Setembro. Após os Estados Unidos pedirem que as companhias aéreas europeias forneçam nomes, moradas, telefones, dados de crédito, entre outras informações dos passageiros, especula-se agora até que ponto as autoridades europeias deverão efectuar um pedido semelhante ao governo norte-americano, no que diz respeito aos seus cidadãos.
Retirado do site: http://tek.sapo.pt/4M0/715287.html
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