E pronto, com este "set" de músicas partilho convosco um pouco mais de mim.
Bom fim de semana.
Mostrar mensagens com a etiqueta meu. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta meu. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, abril 04, 2008
quinta-feira, setembro 13, 2007

Não sei quanto à maioria das pessoas, mas eu adoro trovoada e relâmpagos.
Bem, concordo que se estivermos na rua se torna um bocado incómodo, mas se estiver em casa, a primeira coisa que faço quando vejo que vem aí tempestade é ir para a varanda. Felizmente a minha varanda tem tecto, pelo que não chove, mas como não tenho (nem vou ter, se Deus quiser) prédios à frente de casa, consigo ver até Monsanto. Nestas duas últimas noites tive uma perspectiva fantástica do espectáculo que a Natureza nos ofereceu. Para mim, trovoada e relâmpagos são isso mesmo: uma das mais espectaculares demonstrações de força da Natureza. De repente, o céu escuro ilumina-se num tom néon violeta e passados uns segundos o ribombar que não se percebe muito bem de onde vem.
Para mim é um espectáculo. Talvez “the greatest show on earth”.
Resta agora fazer a ressalva que tirei a foto da net e não da varanda!! hihihi
Miau!
terça-feira, setembro 11, 2007
Para quem segue a minha vida (e não o blogue)…
A entrevista correu bem. Estupidamente, estava nervosa. Irrito-me quando fico nervosa. Ainda por cima sem saber porquê. Ainda por cima quando não tinha razão nenhuma para estar nervosa. Mas estava…
Ficaram de me dar uma resposta até ao final da semana.
Pela minha experiência, se não souber nada até sexta-feira, é porque não fiquei.
Fiquem bem. Escolhi esta música para acalmar…
Miau
segunda-feira, junho 25, 2007
Estive aqui...

... e não me importava nada de lá estar agora....
imagem devidamente roubada de http://www.gibnet.com/tourist/general.htm
sexta-feira, junho 22, 2007
Voltei...
Estou de volta! As férias foram curtas mas boas, com passagem por país de "nuestros hermanos" incluída. Aluguer de auto-caravana durante 4 dias, com 6 gajas loucas!
Uma aventura!...
miau
Uma aventura!...
miau
segunda-feira, maio 14, 2007
Sim, eu sei...
Sim, eu sei... Tenho andado desaparecida da blogosfera, mas todos os dias venho espreitar 2 ou 3 blogs.
Não é que ande sem pachorra para escrever. Ando mesmo sem tempo!
Mas ando aí com uns planos novos... Depois conto!!
Não é que ande sem pachorra para escrever. Ando mesmo sem tempo!
Mas ando aí com uns planos novos... Depois conto!!
quinta-feira, março 22, 2007
Tenho pena de neste momento não poder postar vídeos do youtube (impossibilidades técnicas devido ao número de caracteres).
Muitas vezes já me perguntaram que tipo de música é que eu gosto. É uma pergunta difícil. A música para mim é uma ciência obscura. Há, definitivamente, géneros de música que aprecio menos ou mais. Além disso, o meu “gosto” acerca de música é um tanto ou quanto influenciado pelo ambiente, pelo tipo de ocasião, pelas pessoas que me influenciam e pelo que passa na rádio (sim eu sei que dizer isto é impensável para algumas pessoas que eu conheço, mas eu sou assim mesmo ).
O que eu acho piada é ouvir programas de rádio que promovem “a playlist da minha vida”. A playlist da minha vida é interminável. Já tive fases de tudo: rockalhada, martelada, latinada, pimbalhada (4 meses em França com uma comunidade emigrante portuguesa fantástica), etc.
Ainda assim, e porque já era minha ideia fazer uma playlist há algum tempo, cá vai. Não é a playlist da minha vida. Chamar-lhe-ia “Playlist Miau Fru Fru I”.
1- The Sea – Morcheeba
2- Train – Goldfrapp
3- Heroes – David Bowie
4- Todo o álbum do Pulp Fiction do princípio ao fim, ouvido em repeat (não consigo especificar uma música).
5- Goldfinger – Shirley Bassey
6- Call Me – Blondie
7- Paint it Black – Rolling Stones
8- My Heart Belongs to Daddy – Lisa Ekdhal
9- Retratamento – Da Weasel
10- Cotidiano – Chico Buarque
Não são as músicas da minha vida. Mas a minha vida seria bem melhor se desse, vá lá, 5 vezes por dia na rádio pelo menos uma delas… Ah, pois era…
Muitas vezes já me perguntaram que tipo de música é que eu gosto. É uma pergunta difícil. A música para mim é uma ciência obscura. Há, definitivamente, géneros de música que aprecio menos ou mais. Além disso, o meu “gosto” acerca de música é um tanto ou quanto influenciado pelo ambiente, pelo tipo de ocasião, pelas pessoas que me influenciam e pelo que passa na rádio (sim eu sei que dizer isto é impensável para algumas pessoas que eu conheço, mas eu sou assim mesmo ).
O que eu acho piada é ouvir programas de rádio que promovem “a playlist da minha vida”. A playlist da minha vida é interminável. Já tive fases de tudo: rockalhada, martelada, latinada, pimbalhada (4 meses em França com uma comunidade emigrante portuguesa fantástica), etc.
Ainda assim, e porque já era minha ideia fazer uma playlist há algum tempo, cá vai. Não é a playlist da minha vida. Chamar-lhe-ia “Playlist Miau Fru Fru I”.
1- The Sea – Morcheeba
2- Train – Goldfrapp
3- Heroes – David Bowie
4- Todo o álbum do Pulp Fiction do princípio ao fim, ouvido em repeat (não consigo especificar uma música).
5- Goldfinger – Shirley Bassey
6- Call Me – Blondie
7- Paint it Black – Rolling Stones
8- My Heart Belongs to Daddy – Lisa Ekdhal
9- Retratamento – Da Weasel
10- Cotidiano – Chico Buarque
Não são as músicas da minha vida. Mas a minha vida seria bem melhor se desse, vá lá, 5 vezes por dia na rádio pelo menos uma delas… Ah, pois era…
terça-feira, fevereiro 20, 2007
domingo, fevereiro 18, 2007
Domingo de Manhã…como sempre…
Sei que desta vez estiquei-me um bocadinho no número de palavras e percebo que não estejam com pachorra para ler, mas este crapbook é meu, é a minha terapia…
Disclaimer: Os acontecimentos/pensamentos aqui revelados são puramente fictícios, fruto da minha imaginação… Toda e qualquer semelhança com a realidade será pura coincidência….ou não.
Realmente não sei o que se passa comigo e com os domingos de manhã, mas parece-me que só depois de reflectir um dia e duas noites acerca da minha semana é que consigo “verbalizar” acerca de todos os acontecimentos. Não que a minha vida seja uma agitação… Mas uma coisa posso garantir: de monótona só tem a rotina do acorda às 07h e deita às 00h (o mais tardar). De resto, não há dia sem surpresa. Infelizmente.
Sei que maioria de vocês pode achar que estou a falar de barriga cheia. Afina, uma vida sem monotonia é algo que todos devemos almejar, quanto mais não seja como forma de preservarmos a nossa sanidade mental. O problema é que a minha anda a deixar-me louca…
Para quem não me conhece, eu até sou uma “rapariga mexida”… Gosto pouco de chatices, gosto de fazer coisa interessantes, de fazer coisas acontecer. Gosto de manter uma conversa com uma pessoa interessante e descobrir mais acerca dela. Ultimamente, a minha paciência anda tão estoirada, que a única coisa que me dá alguma satisfação é chegar a casa, comer o jantar, vegetar em frente à TV e dormir. Porquê?
Digo-vos sinceramente: estou farta. Um terço (pelo menos) das pessoas com quem convivo numa base diária Não é aquilo que aparenta… Até aqui, nenhuma surpresa. Todos nós fingimos um pouco. Eu finjo! Numa base diária! SIM, é verdade! Finjo que não sei o que sei, finjo que estou contente, finjo que não me importo… é melhor nem começar a desenrolar. Mas há coisas que não suporto! (As 3 frases seguintes deste post foram censuradas por mim, por serem demasiado cáusticas, poderem ser percebidas por pessoas que eu sei que lêem este blog e por serem imperceptíveis para outras a ponto de ficarem preocupadas comigo.)
Adiante… depois de um sábado interessantíssimo, ao melhor nível de natureza humana, de fazer inveja a qualquer canal Geographic Channel e ao melhor balde de pipocas do cinema, pensei: mas por que é que eu me importo com isto? Porque é que eu me deixo afectar por coisas que são perfeitamente naturais para os (outros) seres humanos? Porque é que eu ainda me surpreendo com coisas como inveja, mal dizeres, lambe-botismo, cinismo e falsas competências, vedetismo?
Por esta altura, ao virar dos 29 para os 30 (que horror!!!!), já devia ter aprendido a fazer o meu caminho, focada no que quero e deixar-me distrair apenas pelas coisas certas, em vez de ficar a remoer os “como é que é possível??” que se atravessam na estrada todos os dias. Eu sei, que vou chegar onde quero. Sem precisar de agir contra o que acredito. Portanto, até lá,” let’s enjoy the ride…The journey is about to begin”.
Disclaimer: Os acontecimentos/pensamentos aqui revelados são puramente fictícios, fruto da minha imaginação… Toda e qualquer semelhança com a realidade será pura coincidência….ou não.
Realmente não sei o que se passa comigo e com os domingos de manhã, mas parece-me que só depois de reflectir um dia e duas noites acerca da minha semana é que consigo “verbalizar” acerca de todos os acontecimentos. Não que a minha vida seja uma agitação… Mas uma coisa posso garantir: de monótona só tem a rotina do acorda às 07h e deita às 00h (o mais tardar). De resto, não há dia sem surpresa. Infelizmente.
Sei que maioria de vocês pode achar que estou a falar de barriga cheia. Afina, uma vida sem monotonia é algo que todos devemos almejar, quanto mais não seja como forma de preservarmos a nossa sanidade mental. O problema é que a minha anda a deixar-me louca…
Para quem não me conhece, eu até sou uma “rapariga mexida”… Gosto pouco de chatices, gosto de fazer coisa interessantes, de fazer coisas acontecer. Gosto de manter uma conversa com uma pessoa interessante e descobrir mais acerca dela. Ultimamente, a minha paciência anda tão estoirada, que a única coisa que me dá alguma satisfação é chegar a casa, comer o jantar, vegetar em frente à TV e dormir. Porquê?
Digo-vos sinceramente: estou farta. Um terço (pelo menos) das pessoas com quem convivo numa base diária Não é aquilo que aparenta… Até aqui, nenhuma surpresa. Todos nós fingimos um pouco. Eu finjo! Numa base diária! SIM, é verdade! Finjo que não sei o que sei, finjo que estou contente, finjo que não me importo… é melhor nem começar a desenrolar. Mas há coisas que não suporto! (As 3 frases seguintes deste post foram censuradas por mim, por serem demasiado cáusticas, poderem ser percebidas por pessoas que eu sei que lêem este blog e por serem imperceptíveis para outras a ponto de ficarem preocupadas comigo.)
Adiante… depois de um sábado interessantíssimo, ao melhor nível de natureza humana, de fazer inveja a qualquer canal Geographic Channel e ao melhor balde de pipocas do cinema, pensei: mas por que é que eu me importo com isto? Porque é que eu me deixo afectar por coisas que são perfeitamente naturais para os (outros) seres humanos? Porque é que eu ainda me surpreendo com coisas como inveja, mal dizeres, lambe-botismo, cinismo e falsas competências, vedetismo?
Por esta altura, ao virar dos 29 para os 30 (que horror!!!!), já devia ter aprendido a fazer o meu caminho, focada no que quero e deixar-me distrair apenas pelas coisas certas, em vez de ficar a remoer os “como é que é possível??” que se atravessam na estrada todos os dias. Eu sei, que vou chegar onde quero. Sem precisar de agir contra o que acredito. Portanto, até lá,” let’s enjoy the ride…The journey is about to begin”.
Etiquetas:
há dias assim,
meu,
workspace
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Obrigada "Guta"
Ultimamente tenho necessitado de ir buscar inspiração para conseguir desempenhar as minhas tarefas laborais. Quer dizer, desempenhá-las sem me passar ou mandar alguém para “parte incerta não muito agradável”…Sim porque isto de ter um chefe que verifica com a máquina de calcular todas as fórmulas de Excel não é para qualquer um e a minha paciência anda a esgotar-se a olhos vistos.
Venho por isto fazer um agradecimento. Venho agradecer o que aprendi com alguém que me demonstrou por A+B que com calma, persistência e sangue frio só não conseguimos fazer aquilo que está fora do nosso alcance. Agradecer por me mostrar que a frieza na nossa argumentação não demonstra indiferença, mas sim segurança. Que qualquer coisa pode ser dita de um modo mais educado. Que só nós é que perdemos quando nos tiram do sério ao ponto de começar a espernear de raiva!
Obrigada Augusta!
Venho por isto fazer um agradecimento. Venho agradecer o que aprendi com alguém que me demonstrou por A+B que com calma, persistência e sangue frio só não conseguimos fazer aquilo que está fora do nosso alcance. Agradecer por me mostrar que a frieza na nossa argumentação não demonstra indiferença, mas sim segurança. Que qualquer coisa pode ser dita de um modo mais educado. Que só nós é que perdemos quando nos tiram do sério ao ponto de começar a espernear de raiva!
Obrigada Augusta!
domingo, janeiro 21, 2007
Sunday Morning
É sempre ao Domingo de manhã (quando não estou a dormir, pois claro) que me dá mais vontade de escrever aqui no bloguezito…
A verdade é que ainda não sei, nem decidi, o que é este blog.
Não é um diário, pois não sou persistente o suficiente para escrever nele todos os dias (nem todas as semanas, quanto mais…)
Não é um registo de eventos, pois quem lê este blog (3 pessoas, no máximo, comigo incluída) não consegue ficar sequer com uma ideia daquilo que se passa comigo.
Eu gosto de chamar-lhe o meu “crapbook”. Não é, definitivamente um “scrapbook” (vulgo, livro de recortes), embora à primeira vista pareça um pouco retalhado. Mas até um scrapbook obedece a certos critérios (nomeadamente o tema). Isso não acontece aqui.
Para mim é muito fácil manter um blog sem pressupostos. Ao menos assim ninguém sabe bem o que os espera de cada vez que aqui vem espreitar…
Pelo menos sempre vou postando aquilo que me apetece!
Miau
A verdade é que ainda não sei, nem decidi, o que é este blog.
Não é um diário, pois não sou persistente o suficiente para escrever nele todos os dias (nem todas as semanas, quanto mais…)
Não é um registo de eventos, pois quem lê este blog (3 pessoas, no máximo, comigo incluída) não consegue ficar sequer com uma ideia daquilo que se passa comigo.
Eu gosto de chamar-lhe o meu “crapbook”. Não é, definitivamente um “scrapbook” (vulgo, livro de recortes), embora à primeira vista pareça um pouco retalhado. Mas até um scrapbook obedece a certos critérios (nomeadamente o tema). Isso não acontece aqui.
Para mim é muito fácil manter um blog sem pressupostos. Ao menos assim ninguém sabe bem o que os espera de cada vez que aqui vem espreitar…
Pelo menos sempre vou postando aquilo que me apetece!
Miau
quinta-feira, janeiro 04, 2007
2006 - Retrospectiva e Balanço
Pois, de todas as coisas que posso dizer, não posso dizer que 2006 tenha sido um ano mau. Senão vejamos:
Mudei de uma casa alugada por uma comprada (habito-a em regime de leasing, mas sempre é melhor).
Mudei de emprego (para melhor).
Saúde, nada de especial a assinalar.
Dinheiro podia ser melhor, mas já estive bem pior, pelo que o balanço “deve e haver” é claramente positivo.
A “família” cresceu (considero os meus amigos como família), e há perspectivas de ainda maior aumento em 2007.
No entanto, e porque nem tudo é um mar de rosas, 2006 também teve os seus pontos menos bons:
À medida que crescemos, há cada vez mais pessoas que nos “abandonam” ao longo do nosso percurso de vida. O que me custa mais é chegar ao Natal, olhar em volta e perceber que há lugares à mesa que não serão ocupados outra vez.
Apesar de ter mudado para melhor emprego, continuo sempre a pensar onde poderia estar melhor (quer financeiramente, quer, ainda mais importante, pessoalmente). Serei uma eterna insatisfeita??
O emprego do “cara-metade” está tremido e teme-se que entre em estado de ruptura ainda na primeira semana de 2007…
Sinto falta dos “momentos Zen” de eterna loucura na DC, mas também sei que desde que saí de lá as coisas mudaram (se para melhor, se para pior, deixo que alguém de direito comente).
2007… 2007… que será que me reservas, 2007??
Mudei de uma casa alugada por uma comprada (habito-a em regime de leasing, mas sempre é melhor).
Mudei de emprego (para melhor).
Saúde, nada de especial a assinalar.
Dinheiro podia ser melhor, mas já estive bem pior, pelo que o balanço “deve e haver” é claramente positivo.
A “família” cresceu (considero os meus amigos como família), e há perspectivas de ainda maior aumento em 2007.
No entanto, e porque nem tudo é um mar de rosas, 2006 também teve os seus pontos menos bons:
À medida que crescemos, há cada vez mais pessoas que nos “abandonam” ao longo do nosso percurso de vida. O que me custa mais é chegar ao Natal, olhar em volta e perceber que há lugares à mesa que não serão ocupados outra vez.
Apesar de ter mudado para melhor emprego, continuo sempre a pensar onde poderia estar melhor (quer financeiramente, quer, ainda mais importante, pessoalmente). Serei uma eterna insatisfeita??
O emprego do “cara-metade” está tremido e teme-se que entre em estado de ruptura ainda na primeira semana de 2007…
Sinto falta dos “momentos Zen” de eterna loucura na DC, mas também sei que desde que saí de lá as coisas mudaram (se para melhor, se para pior, deixo que alguém de direito comente).
2007… 2007… que será que me reservas, 2007??
quarta-feira, dezembro 27, 2006

Depois de uns dias por casa dos papás, nunca sabe bem voltar ao rebuliço da cidade grande. Digo isto apesar de adorar viver em Lisboa! É verdade! Adoro viver em Lisboa! Acho-a uma cidade fantástica. Desde que vim para cá, com 17 aninhos que adorei tudo o que ela contém.
Reconheço que não é fácil adaptarmo-nos a viver numa cidade grande, principalmente vindos de uma ilha. Mas o fascínio que Lisboa tem, é o de conseguir ser pequenina e grande ao mesmo tempo. Pequena o suficiente para passarmos incógnitos (impossível numa ilha) e pequena o suficiente para conseguirmos conhecer os nossos vizinhos, o senhor do café e termos os tão típicos bairros lisboetas.
Desde que comecei a viver em Lisboa (digo viver com o significado de trabalhar, morar e tudo o que isso dá direito), que os dias fora dela me parecem longos. Gosto desta azáfama, deste corre-corre, do barulho, das luzes, dos carros. Quando vou “a casa” (Açores), tenho duas reacções distintas. A princípio, custa-me imenso desacelerar. Não que os açorianos sejam lentos! Têm outro ritmo… Tudo é feito com mais calma, com mais pachorra. Aliás, o clima (com 90 a 100% de humidade relativa todo o ano), não deixa que seja de outra forma. Mas assim que se consegue entrar no ritmo, tudo corre melhor… O stress fica para trás, os dias correm uns atrás dos outros, sem sobressaltos. No entanto, ao fim de duas semanas, começo com o bichinho outra vez… Sinto falta de stress, sinto falta de andar na rua e não ser reconhecida, de poder andar 300 kms de carro e mudar de ares!
Eu adoro S. Miguel. É o meu berço, é a minha terra, são as minhas raízes. Mas não consigo viver lá, pelo menos por agora! Quem sabe se um dia mais tarde…
segunda-feira, dezembro 18, 2006
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Sabem de uma coisa??
Estou com aquela sensação de "nunca mais é sexta"...
E ainda por cima, cada vez que me lembro que sábado ás 9:00 da manhã tenho uma belíssima aula de Código do Trabalho, nem me apetece que o fim de semana chegue...
O que é que eu faço??
Que dilema...
miau!
E ainda por cima, cada vez que me lembro que sábado ás 9:00 da manhã tenho uma belíssima aula de Código do Trabalho, nem me apetece que o fim de semana chegue...
O que é que eu faço??
Que dilema...
miau!
segunda-feira, novembro 06, 2006
H & A
Aos serões "chez H & A"...
O post abaixo é para vocês!
Merci beaucoup! ou "Thank you very much", como dizem os americanos....
O post abaixo é para vocês!
Merci beaucoup! ou "Thank you very much", como dizem os americanos....
domingo, outubro 29, 2006
Domingo de manhã (ficcionado)
meuJá passam das duas, mas o corpo não quer ainda acreditar que chegou a hora de acordar. O sol entra radioso na janela e provoca aquela sensação de wrong time, wrong place. Tenho preguiça. Quero enroscar-me, virar para o lado e adormecer profundamente outra vez, mas já não consigo. Caramba, porque é que o nosso cérebro começa logo a mil à hora, quando o nosso corpo ainda nem ligou?? Automaticamente, passo em revista tudo o que tenho para fazer e penso… nããããã…. Não me apetece. Então por que não consigo fechar os olhos outra vez? Que peso é este nas minhas pernas? Levanto a cabeça. Aí está ele. Numa posição de fazer inveja a qualquer acrobata contorcionista. Dorme profundamente, o sono dos justos. Tento mexer-me, sem o acordar, mas nada feito. Já olha para mim, com um ar de “deixa-me em paz”. Espreguiça-se, boceja e fala comigo… Não o entendo, mas percebo perfeitamente o que me quer dizer…

quarta-feira, outubro 18, 2006

ROMANCE
Antonio Cardoso
Stela era a minha pequenina namorada
nos tempos da minha infância descuidada!
Para colher o nascer do sol que tinha na boca
eu corria as barrocas e os areais vermelhos do meu bairro
e lutava assanhado com outros miúdos brancos e pretos.
De noite, quando havia muitas estrelas
e o céu era um buraco muito escuro
eu deitava-me na areia vermelha e quente do meu bairro
e no seu colo de menina.
ficava calado a sentir o tempo passar.
O miúdo Artur cobiçava-ma
e que dor grande me doía cá dentro
se os via juntos a falar.
Uma vez, numa noite, de mãos dadas,
sentindo o vendo molhado do tempo das chuvas,
eu disse-lhe apontando para o alto:
aquela e a minha estrela, qual é a tua?
E todas as noites
ficávamos deitados naquela minha rua antiga do Musseque Braga
a espiar as estrelas que brincavam no céu.
Stela era a minha pequena namorada
nos tempos da minha infância descuidada!
Por ela eu lutava com sardões de todos os tamanhos,
subia cajueiros impossível de subir
e era sempre o primeiro nas corridas.
Ela dava-me os santos que escondia de todos
como se fora o tesouro da ilha dos piratas.
E eu ficava muito sério como quando me batiam.
Um dia a minha pequenina namorada deixou o meu bairro.
Nesse dia não corri, não lutei,
não subi aos cajueiros do Musseque Braga
e os outros miúdos mais novos disseram: está doente.
E à noite, sozinho, procurei as duas estrelas
e chorei como se tivesse apanhado
a maior tareia da minha vida!
Stela era a minha pequenina namorada
nos tempos da minha infância descuidada!
terça-feira, outubro 17, 2006
Aviso à população em geral:
Já tenho net em casa!!!!! E telefone!!!! yupiiiiii!!!
Aguardem updates e novos posts!!!
Aguardem updates e novos posts!!!
Subscrever:
Mensagens (Atom)